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30 de abril de 2012

JOVENS SE QUEIXAM DE ASSÉDIO E VIOLÊNCIA EM PRÉ- EVENTO DA “CAVALGADA CAMPONESA” COM ENVOLVIMENTO De VEREADOR, CONFORME AUTO DE RECONHECIMENTO DA POLICIA CIVIL E RELATÓRIO DO CONSELHO TUTELAR/PROMOTORIA PÚBLICA

As jovens Tais Gonçalves de Almeida, de 18 anos, e a menor J.G.R., de 17 anos, primas e residentes na viela conhecida como Beco da Areia, no bairro do Jiquiri, filhas respectivamente de Neivaldo Gatinho Rabelo e Tânia Ferreira Gonçalves e Juarez Ferreira e Antônia Joelma F. Gonçalves, estiveram no Conselho Tutelar (CT ELISÂNGELA) e na Promotoria Pública, representada pela Dra. Jeane Farias e por determinação desta, na Delegacia da Polícia Civil de Bragança, sendo ouvidas e registrado um BO das ocorrências havidas no local. As jovens denunciaram, foram levadas até a comunidade de “Bom Jardim”, no interior de Bragança, no dia 8 de abril, onde era realizado evento da “Cavalgada Camponesa”, após, na via pública, terem sido sugeridas a aceitarem a carona do cidadão conhecido popularmente como “João do Galo”, no termo de reconhecimento da Polícia Judiciária formalmente como João Alves da Silva. No local, onde realizava-se anualmente a “Cavalgada Camponesa”, coordenado por Wallailson Guimarães, as jovens, a maior e a adolescente registraram ter sofrido o que pode ser caracterizado criminalmente como assédio sexual (proposta para sexo em motel), tortura/injuria e teriam apalpados os seios de J.G.R (17 anos), quando teriam, lhes batido com chicote), além de insultos, que teriam sido proferidos por Wallailson: “Elas são putas, não leva elas” conforme consta de informações documentadas ao CT e a policia (calúnia e injúria, se não comprovado serem prostitutas, além da expressão injuriosa/humilhante/discriminatória). Isto teria ocorrido após recusa da proposta sexual desferida por um dos acusados arrolados no BO, após as jovens terem solicitado que as trouxessem de retorno a Bragança. Os supostos autores das ofensas, após BO inicial, foram reconhecidos pelas mesmas em Auto de Reconhecimento emitido pela PC no dia 13/04 como João Alves da Silva, Wallailson José Guimarães Pereira e Raimundo Claudionor Miranda Fernandes, após a promotora Jeane Farias determinar ao delegado Vanderklebson Silva Veloso que fosse lavrado novo BO, já que o anterior havia registrado os fatos como se as denunciantes fossem maiores de idade e apenas citado o cidadão conhecido como João do Galo. A princípio, quando a notícia espalhou-se pela cidade, foi envolvido o nome de Amós Bezerra, prefeito de Augusto Corrêa, entretanto logo sendo esclarecido tratar-se de outro elemento identificado entre os do trio acima, que teria, segundo a afirmação de ambas, se identificado falsamente como Amós. As jovens sem dinheiro teriam solicitado ao seu condutor que as trouxesse de retorno a Bragança, o que lhes teria sido negado. Assim, resolveram retornar do Bom Jardim a pés pelas vicinais, já em plena noite, sob perigo de perderam-se ou serem assaltadas, ou violentadas. Ao chegaram próximo a uma escola, no “Ferreira”, encontraram um cidadão que as contatou. Ele condoído e temendo o perigo a que se expunham, munido de um terçado acedeu em acompanhá-las e protegê-las até o Posto Ajuruteua, daí elas chegando à residência no “Jiquiri” por volta de meia noite. Só no dia seguinte narraram o ocorrido ao seu avô, Sr. João “Gogó”, que procurou esclarecimentos de como agir com pessoas esclarecidas que lhe sugeriram procurar a polícia e o Conselho Tutelar. As jovens fizeram as declarações à Tribuna do Caeté, à Promotoria de Justiça e na própria Delegacia de Polícia, após também terem dado entrevista sobre o fato ao vivo, no programa da Fundação Educadora FM, levado ao ar pelo Padre Nelson Magalhães no último domingo dia 15 de abril. Além de seus pais e avô, pessoas humildes, mostraram-se revoltados e apelando às autoridades e pessoas isentas para que seja feita justiça com apuração dos fatos e punição dos envolvidos, se apurada a verdade das narrações, ainda mais por temerem influências políticas e econômicas dos envolvidos, alguns detentores de recursos, como é o caso do Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Walailso Guimarães, que pode ser enquadrado, além sansões do Código Penal e Estatuto da Criança e Adolescente, em falta de decoro parlamentar e afastado do cargo e função de vereador, como ocorreu com os ex-vereadores Jorge Luiz e Márcio Bureta. Ao contrário das ocorrências envolvendo pessoas de classe social elevada, é comum a citação de gente humilde das periferias, sem influência econômica ou política, os rádios e a TV veiculam semanalmente, levando fatos diversos a população. Sobre este caso, o presidente da Câmara Municipal deu entrevistas ao SBT e TV MANIA portando unicamente o BO inicial, datado de 10/04/2012, astutamente, já que neste não constava seu envolvimento nos fatos. Entretanto, a Promotoria e o CT interferindo e determinando o reconhecimento dos envolvidos, foi comprovada sua presença no local, junto aos dois atores e as jovens, com o Auto de Reconhecimento datado de 13/04/2012, no qual as jovens os apontaram com “toda convicção e sem sombra de dúvidas”(texto). Isto pode parecer estranho à sociedade bragantina, apenas a Educadora FM apresentou os fatos com as jovens acompanhadas da Conselheira Tutelar Elizângela levando os fatos à sociedade bragantina com detalhes, confirmando todas versões que deram tanto à Promotoria como à Polícia Civil. O noticiarista “Jaguar” pelo visto na reportagem do SBT, restringiu-se laconicamente a esclarecer à opinião pública que a figura do “irmão de crença” do Pastor Carlos Ari, da AD, dona do SBT, o prefeito Amós Bezerra, na realidade não estava envolvido nas ocorrências, houve equívoco das jovens, já que um dos elementos teria se intitulado com o nome do prefeito de AC. “Jaguar” entrevistou Amós, porém não detalhando em minúcia os nomes dos demais envolvidos nos incidentes. Em reportagem isenta, ainda mais por envolver suposto atentado a dignidade de pessoa humana, possível prática de assédio sexual, injúria/calúnia, inclusive de jovem menor. Que a sociedade avalie e medite até que ponto a integridade e isenção de setores da imprensa estão a merecer audiência, comprometidas em levar a sociedade o que de fato ocorre na cidade, ainda mais envolvendo pessoas tidas como ilibadas, não só gente humilde das periferias. Por quê? Como o jornal Tribuna do Caeté, arriscando nossa própria segurança, vitimas de insultos indiretos por um dos citados, não buscaram através de acesso a Auto de Reconhecimento e relatório do Conselho Tutelar, o registro do Ministério Público, para esclarecimento dos fatos, até a verdade e possível punição pela justiça? Se houve omissão por comprometimento de se colocar os fatos sob o tapete, a sociedade bragantina já os conhece, pelo disse-me-disse das ruas. Tome-se, por exemplo, os fatos envolvendo os ex-vereadores Jorge Luiz e Márcio Bureta, que conduziram uma jovem de maior a um motel da cidade... Ela os acompanhou voluntariamente. Após, os acusou de práticas abjetas “diversas da conjunção carnal”, foram cassados e condenados, mesmo que, dos fatos não houvessem testemunhas, só a palavra da jovem. Na época os fatos foram levados a sociedade, houve passeata pelas ruas, bandeira empunhada em defesa da mulher e ética/decoro pela então vereadora Simone Morgado. Aliás, o que dirá a deputada deste fato, envolvendo outro vereador? Só cerca de dois anos atrás foram julgados e condenados, um esteve preso (Márcio Bureta). Jorge Luiz esteve foragido. Atualmente estão em liberdade, o processo teria contido falhas seria revisado, podem ir novamente a julgamento. A sociedade, as militantes da cassação dos ex-vereadores tem consciência, de senso de justiça? Tomara, que, no final, como sempre ocorrem envolvendo ícones da política, pessoas influentes, as jovens não terminem sendo as culpadas dos fatos, ou o edil Dário Emílio Ramos, de arquitetá-los, ou ainda o jornalista Santa Brígida (já foi dito não gostarmos de Wallailson), como se, possível animosidade do jornalista, ou oposição do citado vereador, a Tribuna do Caeté fazendo seu papel de jornal isento, nós cidadãos livres, conscientes sem comprometimentos espúrios, só estamos fazendo nosso trabalho isento, isonomia de tratamento a todos os agentes da notícia. O programa da Educadora, pelo Padre Nelson Magalhães, tem isenção e liberdade para abordar qualquer assunto, não pode ser suspeito de oportunismo político, se não, o que seria da dignidade das jovens? Idem, de cidadãos de consciência livre. Como se argumentos vãos, jogo de cintura para livrar caras quaisquer, contribuísse para invalidar a possível verdade no caso de provadas as acusações das jovens, maculadas pelas humilhações, em atentado contra a dignidade da pessoa humana (Direitos Humanos - Carta das Nações Unidas, Código do Menor e Adolescente e Código Penal (injúria e calúnia). Os fatos aqui narrados, por envolver suspeita de violência envolvendo nome de pessoas influentes, já chegaram à capital do estado; à Irmã Henriqueta, presidente da Comissão de Justiça e Paz da CNBB; setor de direitos humanos da ALEPA, Sociedade Paraense dos Direitos da Pessoa Humana, à OAB, além da própria mídia radiofônica e televisiva da Capital do Estado. Por nosso trabalho, destemido e isento, ultimamente o jornalista J.Brígida vem sofrendo insultos indiretos em entrevistas nas TVs locais, bancadas com patrocínios de recursos públicos. Isto não nos constrange, por termos consciência de nosso compromisso com a verdade à sociedade. Já sofremos tentativa de agressão física por parte do irmão do vereador Wallailson, em público, no Bar Benquerença, pelo Sr. Edinho, que nos jogou cerveja, nos ofendeu, conforme vários BO registrados na polícia, após insistirmos com autoridades por justiça, nós idoso, na época com 67 anos. Em audiência de transação penal, o juiz de direito da época, Dr. Otávio Albuquerque, o penalizou com a insignificância de R$ 95,00, fato criticado na Coluna Repórter 70 do Jornal “O Liberal”, à época da ocorrência. Após todo esse tempo, cumprindo nossa missão, sabemos dos perigos de tentativas de intimidação, emboscadas, agressões e tentativa de assassinato. Após refletir, e baseado na condenação do agressor ensejamos dar entrada, baseado nos documentos de condenação do agente, desarquivados do Fórum, para intentar Ação de Indenização por Danos Morais no valor de 30 salários Mínimos. Buscaremos guarida na PC, no MP e na OAB, inclusive se formos novamente agredidos sugeriremos ao MP afastamento do vereador das funções com vistas a inibir tentativa de influenciar na investigação, intimidar as testemunhas e em nosso caso cerceamento de nosso trabalho jornalístico. Buscamos ter apoio integral da sociedade bragantina. 
As jovens Taís e J.V.L com a conselheira tutelar no programa da Educadora FM, pelo padre Nelson Magalhães, confirmaram em detalhes as denúncias.

A menor J.G.R que se diz ofendida, sua genitora e repórter da TV RBA, na Delegacia de polícia.

OBRA PRIVADA NA FEIRA LIVRE GERA SUSPEITA E PROTESTOS DA SOCIEDADE BRAGANTINA

Titulo de Doação gera suspeitas de improbidade e ilegalidade no beneficiamento de terreno na feita livre de Bragança. Que pode gerar ação do Ministério Público em favor do interesse social. Ainda mais à pessoa estranha, não da área de atividade comercial, não se conhece que tenha bens, além de, ligada laboralmente a empresa de construção civil, a CGS, que ganha licitações para a maioria das obras federais, escolas, postos de saúde, creche do Taíra, Conjunto do FINHIS na Vila Sinhá, todas pagas com verba federal. Uma espécie de “mini-shoping”, construído para abrigar várias lojas de propriedade desconhecidas, já em fase de adiantamento da construção, vem sendo objeto de revolta da sociedade bragantina, que vê ali uma ofensa ao conceito de cidadania daqueles que tem a Pérola do Caeté de fato e de direito no coração. Um atentatório a dignidade dos trabalhadores informais, cerca de dois mil cidadãos que acotovelam-se no cotidiano da atividade informal para angariar o sustento de suas famílias. Como tudo em Bragança - no que tange a gestão pública, são feitos a revelia da sociedade, que aqui reside, vota e paga impostos, até a semana passada, quando houve manifestações de setores locais, do jornal Tribuna do Caeté, do Programa de TV “Amigos de Bragança”, da Associação “Aurimar Araujo”, de cidadãos notáveis, dos vereadores Zeca Rocha, Juscelino e Dário Zebu, dentre outras de representatividade, não se conhecia meandros da malfada e infeliz abusiva iniciativa. Até que centenas de cópias de um certo documento, tido como Titulo de Doação do Terreno veio a público com ampla distribuição na cidade. Aí a revolta massificou e já é direcionada à gestão pública. Segundo o texto, através da Lei no. 3.883/06, de 11/12/2006, Livro no. 011, folhas no. 001, o terreno onde localiza-se a indigitada obra seria de propriedade de Izael Teixeira Gonçalves, pouco conhecido na cidade, aparecendo como uma espécie de mestre de obras da CGS Engenharia, do empresário Sebastião Carvalho, responsável pelas obras do conjunto residencial destinado às pessoas das áreas de risco, edificado no bairro da Vila Sinhá. Ainda, segundo o texto, o terreno é do patrimônio municipal, medindo 20 metros de frente e 38 de fundos, perfazendo área total de 760 metros. Das obrigações pessoais é disposto que o terreno não pode ser vendido, trocado ou por qualquer modo alienar-se o dito lote, sem o expresso conhecimento do prefeito municipal, a quem cabe o direito de opção. Consta ainda o prazo de um (1) ano para cercá-lo e edificá-lo no prazo de dois (2) anos, sob pena de reversão do imóvel ao município. A obra, segundo o próprio Sebastião Carvalho, é construída pela sua empresa, embora não haja placa com indicação do CREA, além de, sua propriedade, que seria de um empresário forasteiro, pouco conhecido na cidade. O que é estranho socialmente e legalmente questionável, é a coincidência de a doação de terreno público, suspeitamente, beneficiar um cidadão pouco conhecido aqui (Izael) ligado por relação de trabalho com empresa que presta serviços a prefeitura de Bragança, em detrimento de interesses de relevância social, quando milhares de pais de família atuam na atividade informal em ambiente de precária condição sanitária, sendo que, estes bragantinos, são quem de fato precisam ter oportunidades de trabalho a dar sustento digno as suas famílias. Na recente manifestação contra o esbulho social pela Doação do Terreno, que compromete a visão da orla da cidade, são consideradas terras do União. O povão, os ali atuantes, empresários, pessoas de nível social elevado colocaram suas assinaturas no abaixo assinado que uma comissão de pessoas apresentava e deles obteve aprovação a iniciativa, cerca de duas mil assinaturas foram colhidas e levadas ao Ministério Público em duas ações que requerem a interdição da obra. Se foi repassado o terreno, se há “laranjada” atuando, é provável que o tiro saia pela culatra, de possíveis envolvidos, despertando maior investigação de autoridades. Numa das ações seria solicitado a presença do Ministério Público Federal em uma visita de serviço a Pérola do Caeté.
 Atualmente, Bragança, conforme foi dito pelo diretor J. Brígida ao sub-procurador do Ministério Público em recente visita, semana passada, sendo nós município de 105 mil habitantes, quase 400 anos, não conta com promotor titular, tendo atualmente, porém em caráter interino a ações da Dra. Jeane Farias Oliveira, além de esporadicamente ação de promotores de outros municípios. Na Câmara Municipal de Bragança, dos 11 vereadores, três apenas manifestaram-se tudo indica não ter tido abordagem do problema, não se conhece se o terreno teve votação e aprovação do legislativo. Hurra Bragança!
Aspecto da Manifestação em frente a indigitada obra.

Pedro Persi e os vereadores Zeca Rocha, Dário Zebu e Juscelino, por ocasião do protesto




Cópias das duas páginas do suposto e estranho título de doação do terreno.

28 de abril de 2012

RESPINGOS

Atenção sociedade bragantina, Policias civil, Militar, Ministério Público, Policia Federal, etc., haveria tentativas de, pela intimidação, agressão, processos, etc. conforme insinuações de terceiros, de sermos vitimas de agressão, etc. por divulgarmos nesta edição, fatos policiais envolvendo o presidente da Câmara, Walailson Guimarães. Já fomos insultados e agredidos por Edinho Guimarães, irmão de Wallailson, por matérias deste jornal, ele punido com multa pela justiça. Vivemos época de máfia, banditismo bragantinos? SOS promotoria! Caso morrermos, orem por nós, acendam velas em nosso enterro.//Desconhecida ONG tida como de Bragança, porém aqui desconhecida, intitulada de Pró-Ambiental, conforme saiu no O Liberal, teve contas reprovadas no TCE, a titular seria uma tal Vanessa Rodrigues. O Money tudo indica, “tomou doriu, sumiu”, quem parlamentar pode ter intercedido na liberação dos recursos, isto é comum ocorrer junto a órgãos do governo, como a ASIPAG// Suposta reunião havida no Rotary Clube, dia 27/0l, para eleição de Wallailson Guimarães à presidência de suposto Sindicato dos Produtores Rurais de Bragança, é desmentida pelo Rotary, através de declaração emitida pela diretoria. Naquele dia não houve qualquer evento no clube. O que diz Cesar Monteiro, que captou junto à ASIPAG, do governo do estado R$ 5.000,00 para aquisição de debulhadora de feijão e prestou contas com NF de lojinha de venda de apetrechos de Motocicletas, situada no bairro do Trevo. Ali investigamos, dito por empregada que nunca se comercializou tal maquinário. Cesar, está, de acordo com relatório de auditor da SAGRI (publicado na Tribuna do Caeté) envolvido em saque de dois convênios direcionados a Associação de Produtores Rurais de Urubuquara, cujo presidente, de fato, Zé Rosa, não viu a cor do dinheiro. O Sindicato, que conforme relação de “O Liberal” Matéria 2008 “ONGs da Pilantropia”, sacou convênio de R$ 237 mil junto a ASIPAG, que não se conhece o emprego da verba. A Tribuna do Caeté investigou, jamais teve sequer escritório do Sindicato localizado. Tais convênios só são liberados através de deputados, no caso, o que diz nossa atual representante na ALEPA, idem na gestão de Ana Júlia, quando ocorreu o saque do convênio. Pois, bem, Cesar Monteiro, atualmente estaria albergado em emprego na SEMED, numa suposta coordenação de escolas do interior de Bragança. É pouco Bragantinos? Se assim é, quem, qual político, por acaso intercedeu para o emprego de proteção de Cesar Monteiro? Engole Bragança!// O diretor da Tribuna, J. Brígida, foi recebido pelo sub-procurador do Ministério Público, na capital, buscando saber de não termos promotor titular atualmente na Comarca. Ele explicou que responde pelo MP a Dra. Jeane Farias Oliveira, que, inclusive não poderia afastar-se da cidade sem permissão da Procuradoria. Vamos esperar que ela, ajudada por promotores de outras cidades, aja de encontro à proteção da cidadania bragantina, no caso, dando celeridade as ações, questionando a cessão de terreno do patrimônio próximo a beira-mar, por doação, conforme documento que rola na cidade, supostamente emitido pelo prefeito Edson Oliveira. Outra questão que rola na cidade é sobre uma denúncia envolvendo o presidente da Câmara, Walailson Guimarães sobre violência diversa (vide Boletins de Ocorrência) à duas jovens, inclusive uma menor de idade, supostamente de sofrerem assédio sexual à adolescente, apalpação, injúria e calúnia. Segundo o BO na Delegacia de Polícia Civil e o relatório do CT, Wallailson as teria taxado de “putas”. Lembramos, que os ex-edis Márcio Bureta e Jorge Luiz foram cassados e condenados a 8 anos e 6 meses, e tratava-se de denúncia envolvendo jovem de maior, nos autos tida como “garota de programa”, sequer havendo testemunhas dos fatos ocorridos no interior de um motel. E como fica a questão do decoro parlamentar? O que diz a Deputada Simone Morgado, algoz da cassação de Bureta e Jorge Luiz, ela é correligionária de Wallailson, ambos são do PMDB, será que haverá a mesma militância, por coerência da deputada? // O Jornalista J. Brígida esteve na posse do presidente da OAB seção Pará, advogado Jarbas Vasconcelos, após a sua reintegração ao cargo com toda moral, nada foi apurado que denigra sua gestão, pelo interventor do Conselho Federal. A OAB inclusive já sabe das denúncias envolvendo o presidente da CM de Bragança, além do setor de Direitos Humanos da ALEPA e da Pastoral de Justiça e Paz da CNBB, pela irmã Henriqueta. Aliás, que pode ser cogitada a possibilidade de a Promotoria promover através da justiça o afastamento de Walailson Guimarães da mesa da Câmara, a fim de não influir, junto a apuração dos fatos por tráfico de influência, política, ele gere o duodécimo de R$ 178 mil e já tem condenação de contas de 2007, intimidação das jovens, possíveis testemunhas ou influenciar a imprensa com patrocínio. Já deu entrevistas no SBT e TV Mania, expondo apenas o BO inicial, onde não aparece, sem entretanto expor o Auto de Reconhecimento em que está incluído, reconhecido com “absoluta certeza e sem sombra de dúvidas”, pelas vítimas.// Augusto Corrêa, foi badalada na mídia de TV local, pelo aniversário de 50 anos, mostrando a face ética do prefeito Amós Bezerra. Paralelamente, negativamente, outro evento, do Garota Verão-2011, ainda repercute na cidade, por suposto calote, não honrand-se o premio badalado, uma moto, a Luane Barros, a vencedora do concurso, conforme manifestação do corpo de jurados. O pai da jovem, Fernando Barros, reclamou a Tribuna. A assessora Francy Rocha, abordada pela TC, informou que o caso estaria na justiça, sob contestação do resultado. Na época Natasha de Paula não se conformou com o resultado. A família de Luane, informou que nada existiria no Fórum local sobre o assunto. Com essa de fama, como será a versão 2012?
o Diretor da Tribuna do Caeté, na audiência com o sub-procurador do Ministério Público, Dr. Marcos Antônio Ferreira das Neves.

O jornalista J. Brígida, com o presidente da OAB-Pará, Jarbas Vasconcelos e o colaborador José Carlos Lima, da pasta do Meio Ambiente.

10 de fevereiro de 2012

ATENDIMENTO À SAÚDE PÚBLICA DEIXA A DESEJAR EM BRAGANÇA

Quem passa ou reside nas proximidades do Hospital Geral de Bragança, cotidianamente, desde o inicio da noite e madrugadas, percebe grupos de pessoas deitadas na calçada e próximas ao portão do nosocômio, que mesmo em período de chuvas buscam ser atendidos através do SUS por médicos disponíveis por àquela direção. O pior é que esse pessoal passa as noites ao relento, já que o nosocômio sequer dispõe de local digno. Já o como Santo Antônio Maria Zacarias tem seus portões abertos às 24:00 hs podendo os pretendentes consultas ficarem abrigados dignamente até chegarem aos médicos.
O HGB porém não dispõe atualmente desse tipo de abrigo nas amplas instalações, o hospital é privado, mesmo havendo mídia de Hospital Amigo da Criança. O HSAMZ , como explicou o setor da SEMUSB, só atenderia casos considerados de alta complexibilidade. Assim, pelo que é visto e alegado pelos clientes portadores de fichas, eles acabam frustrados, mesmo com fichas, a maioria não é atendida, porque não haveria disponibilidade de médicos. Incomodados, como outros vizinhos pelos ruídos dos clientes que buscam os serviços do SUS, sobre o porque de madrugarem nas portas do HGB, nos informaram que é porque lhes são dispostas cerca de cinco fichas, sendo atendidos os primeiros que ali chegarem.
A reportagem procurou o secretário da SEMUSB, Gilberto Oliveira, que acionou o setor responsável pela distribuição de AIH, ou fichas de atendimento, esclarecendo a reportagem que o HGB teve disponível, somente em dezembro 576 autorizações (fichas). O Hospital das Clinicas, 272, o MSS ULTRAPREVEN, 298, o SOS Vida (propriedade da secretária de administração Socorro Lobão, 444 e o IMEB, 5 autorizações. Ao HGB vizinho da reportagem, seriam, segundo nos informou a SEMUSB 20 autorizações por dia. A deficiência no atendimento, pelo que ficou entendido pelas explicações da SEMUSB, seriam portanto do Hospital Geral, que não disponibilizaria médicos suficientes para atendimento da rede de clientes provenientes do SUS.
Sendo assim, Prefeito Edson Oliveira, de que serve a constante inauguração de órgãos de saúde, badalações midiáticas como o SAMU, o grande posto do Taíra, vários PSF e agora por último uma UPA em construção no bairro do Perpétuo Socorro? E para quê afinal existe o Conselho Municipal de Saúde, que não verifica as falhas dos conveniados em favor da dignidade dos cidadãos bragantinos, que sofrem pelas madrugadas nas calçadas, neste caso do HGB, pela deficiência no atendimento, alguns vem do interior e na maioria dos casos retornam as residências sem atendimento pelo SUS, que mais parece, em Bragança ser um favor-esmola do governo federal. Essa é a triste realidade que este jornal, atesta através da foto de cidadãos madrugando na calçada do nosso hospital vizinho. De quem é a falha, será que o Conselho Municipal de Saúde existe no município, ou é só para ratificar as ações da gestão da SEMUSB e da prefeitura municipal de Bragança? E os vereadores? Estes, pseudos representantes do povo, para que servem, afinal?

 Cidadãos pretendentes aos serviços do SUS madrugam ao relento nas calçadas do Hospital disputando atendimento aos cinco que chegam primeiro.

MORADORES DO TAÍRA PROTESTAM CONTRA OBRA MAL EXECUTADA


           As escavações de leitos de córregos de Bragança, no caso do Cereja, diferente dos anos anteriores obteve melhorias com a contratação de escavadeira pela equipe de infraestrutura, afim de prevenir as enchentes e alagamentos de áreas baixas de Bragança. Algumas áreas facilitaram o acesso e ação da máquina, porém outras de difícil transito, como foi o caso do Taíra, a opção encontrada foi a derrubada de centenas de arvores, notadamente açaizeiros e de terrenos privados. Neste local a população roga pragas contra a gestão, abandonaram a área, até agora não concluíram os trabalhos e deixaram só buracos, além de não escavarem o córrego,  aterraram-no ainda mais, acumulando água fétida que pode gerar até uma epidemia de dengue, febre amarela etc. o local é pantanoso, no verão e inverno.
             Antes esteve no local o repórter Márcio Borges da TV SBT, que tentou contatar com a secretpária Angela Begot, o profissional deve ter mexido em casa de moribundos, sabido que a titular do Meio Ambiente, que exerce cargo DAS da comuna, prêmio em deferência a influência do cunhado pastor proprietário do SBT, onde atua Márcio, não iria jamais tomar medidas contra a prefeitura, isto é, contra seu patrão empregador Edson Oliveira e auxiliares da infraestrutura. Como ocorreu com a reportagem da Tribuna em tantas ocasiões que vimos tentando acessar a secretária no local de trabalho, mais uma vez foi dito que ela estava para Belém, a explicação é que estaria tentando convênio com a SEMA. E quem fica no prejuizo são os moradores, que dia 5 de fevereiro, quando visitamos o local, mostravam-se chateados com o titular da infraestrutura, com dona Angêla e com a gestão da prefeitura. O prefeito Edson Oliveira bem poderia visitar o local e ver os estragos ambientais e tentar repará-los, já que por questão de justiça não poderíamos negar o que positivamente foi realizado em outros locais com foco na prevenção de enchentes.
              Quanto à secretária, até agora não justificou o salário na gestão do meio ambiente, os abusos sonoros continuam a infernizar nossos tímpanos, os terrenos baldios em espaços abertos são danosos ao meio ambiente, as margens do Caeté são lixeiros improvisados. Ela vem se limitando a aparecer na midia, é frequente no canal SBT, coincidentemente sob gesrcio (SBT), que tentou contatar com a secretpdos, m de prevenir as enchentes e alagamenteos de av julgam prejudicados pela conctão e influência do pastor cunhado Carlos Ary, fato que pode ser caracterizado como tendenciosidade midiática.

3 de janeiro de 2012

PRÉDIO DA CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA EM OBRAS DESDE 2008 EM FASE DE CONCLUSÃO

Bragança, que vergonha! Entre todos os municípios vizinhos, inclusive de porte menor em recursos e habitantes era, até quando a matéria foi escrita, o único que não tinha prédio próprio para sede da Câmara. Na gestão de Walailson, como ordenador de Despesas recursos foram alocados através da SEOB, Secretaria de obras, mesmo assim, o que poderia levar a melhor conceito e credibilidade do vereador junto a sociedade, constitui-se em fato lamentável, ele passou o mandato para o edil Dário Zebu com o prédio inconcluso, as desculpas foram vagas e não convenceram a imprensa discernida, no caso a Tribuna do Caeté. Veio a gestão de Dário Emilio, ele tentando também ser “o pai da criança”, tentou terminar a obra, inclusive fazendo pré-inauguração, porém sem que o prédio estivesse pronto. Pixotada Demagoga! Teve até foguetes e ato simbólico. Outra decepção pela farsa inaugural. Ou pensam que todo o povo e a imprensa é trouxa?
Agora, no fim do inditoso mandato de Pedro Neto “Gallo”, que foi acusado junto ao Ministério Publico de tentar apropriar-se de parte do salário da advogada Renata Fontel, cuja denúncia até hoje se não se sabe de resultados, é falado nos bastidores que na gestão foram economizados mais de R$ 100 mil reais. Nas audiências públicas determinadas pelo Ministério Público, exigindo transparência na gestão da ordenação de despesa, nunca foram apresentados documentos, para comprovar a transparência dos gastos, o contador da Câmara só expunha números, para nós que conhecemos do “riscado, tudo “enrolação”, o MP, para nossa surpresa, nunca esteve presente, Ficamos frustrados, como se faz, Srs. Promotores, efetivamente, o controle externo pela sociedade?
Pura encenação! Prestação de Contas desse jeito, só para quem não conhece de execução financeira. Alias, a mesma prática notamos na prestação de contas do FUNDEB para os mais de cem professores, pelo contador da Prefeitura. Agora, parece, para tentar juntar os cacos das suspeitas e da reprovação de contas de 2007 do atual presidente Walailson Guimarães, determinado pelos auditores a restituir aos cofres do município mais de R$ 90 mil reais, mesmo assim eleito pela maioria de vereadores, (OUTRA VERGONHA BRAGANTINA) para o atual mandato, tentam corrigir as falhas de gestão junto a justiça e a opinião publica, que está alienada da gravidade da gestão. O relatório do TCM deve ter sido encaminhado ao Ministério Público para integrar as denúncias na AÇÃO POPULAR intentada contra Walailson em 2008, acusado de enriquecimento ilícito via improbidade administrativa (pagamento de táxi suspeito a sua cunhada, gasto com combustível sem que a Câmara tivesse veículos, excesso de diárias pagas aos vereadores, etc.).
Como podemos mudar tais fatos, se a sociedade se omite, se acovarda de praticar a cidadania. Em uma democracia, onde parlamentares/vereadores não exercem seu papel de fiscais isentos, fazem de teus votos negócios de interesses, onde parte da imprensa atua em estágio de amadorismo, grupo desta é interesses políticos e econômicos, o MP e justiça infelizmente tardam pela morosidade, burocracia e falta de recursos humanos, a População Bragantina tinha era que extravasar sua indignação saindo as ruas. É assim que se procede em uma sociedade consciente e que paga impostos, vota e quer ver a dignidade na gestão pública.
O estágio atual significa conformismo, omissão é conivência, desse jeito nos olvidamos e damos espaço a novos agentes políticos do tipo daqueles citados por Bertold Brech, citando o Analfabeto Político, enfim, gente que se omite. “O mal político é culpado pela corrupção, roubo, criminalidade, a prostituição, miséria do menor abandonado e marginal, porque devoram sorrateiramente os recursos dos impostos, fruto do trabalho honesto da sociedade! Pensem e reflitam bragantinos! Nunca é tarde demais para sonharmos e realizarmos! Isto sim é o que se pode caracterizar como CIDADANIA!

Foto- O novo prédio da Câmara, outro objeto de falhas não justificadas a sociedade além das constantes de ação popular junto ao Fórum de Bragança.

FOLHA DO SALGADO - NOTICIA SEM FUNDAMENTOS

 Júnior Braga, publicada no informativo intitulado Folha do Salgado, Direção de Paulo Roberto Bagarau, edição de dezembro, a matéria não tem fundamento quanto ao julgamento de Messias Ferreira Costa, autor dos disparos que ceifaram a vida do “de cujos” e Marcelo Matos de Souza, indiciado pelo MP como co-autor. O informativo esporadicamente é distribuído em Bragança, sua editoria não aprofundou-se nas informações que leva ao público, parece, só querendo penetrar junto a sociedade, neste caso com filigranas, sem fonte segura de informação.. Notá-se, que suas veiculações no geral resumem-se a algumas matérias publicitárias elogiosas enfatizando administrações públicas veiculadas, parece, objetivando auferir dividendos financeiros, em matérias pagas, sem nenhuma critica positiva a agentes políticos administradores, o que não favorece os interesses da cidadania em geral, inclusive aos da sociedade bragantina, pelo menos como porta-voz dos anseios populares. Com relação ao crime acima mencionado, de modo apócrifo, inverídico, ao qual a Tribuna do Caeté vem se mantendo informada, com acesso aos autos do inquérito e referindo-se mensalmente, os autores do bárbaro assassinato apenas foram ouvidos em audiência de instrução pelo Juizado e MP, além de testemunhas arroladas no inquérito. Não houve, como citou o tal informativo, julgamento dos acusados, que estão recolhidos atualmente no Presídio de Americano. Em 27/12 passado completou um ano do hediondo crime (não ocorreu em maio, como citou o Informativo) ocorrido às proximidades do Posto Ita (não no posto como diz a noticia), que é localizado no anel viário de Bragança.